o vácuo recortou na boca a razão de ser absoluto o ponto onde o olhar aflige o cansaço. ali onde a sombra se liberta do gesto nunca a ilusão valerá tanto.
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segunda-feira, dezembro 08, 2008
quarta-feira, outubro 08, 2008


há criaturas cantantes de constantes moderados a imaginar gatas nas patas das simples criaturas.
há criaturas encantadas com tragédias derrubadas no ponto de rebuçado de outras mais caricaturas.
há criaturas únicas no mundo das criaturas. há criaturas únicas brilhantemente idiotas no mundo das criaturas.
há criaturas sombra no reino das criaturas a deixar lenços ranhosos nos bolsos de criaturas.
há criaturas deslumbradas com o folclore das palavras a desflorar o pudor.
há criaturas amarelas que gostavam de ser lilases.
há criaturas no mundo das criaturas a fazerem-se passar por morangos.
há morangos que gostavam de ser criaturas.
há amarelos que gostavam de ser criaturas e não passam de morangos.
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Dieter Appelt,
Entre Aspas
domingo, janeiro 20, 2008


espalham-se os dedos na extremidade da asa. e o desfile caça
como se fosse pele.
o dom da adivinhação é paralelo a si próprio.
não é, mãe?
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Léo Ferré
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