enquanto os espaços mordem o traço do tempo, planeio a evasão da página.
entretanto sou capaz de beber uma cerveja pelo caminho. glup.
domingo, abril 05, 2009
tenho um código para abrir as malas. um código genético que se ampara na ilustração do momento em que, por acaso, as malas são levadas como se fossem espaços ambulatórios das crias. as do exterior morrem se não as arejar. assim, abro as janelas e fico a admirar as leis da física.
não há nada melhor do que um estímulo visual.
domingo, outubro 19, 2008
enquanto os lobos dormem no atalho da névoa.
terça-feira, maio 06, 2008
isto não é um blogue é uma folha de alface.
domingo, outubro 07, 2007
nenhuma outra forma é possível para materializar a sede.
nenhuma outra forma é possível para materializar a sede.
nenhuma outra forma é possível para materializar a sede. _________________________________________________