

tenho um código para abrir as malas. um código genético que se ampara na ilustração do momento em que, por acaso, as malas são levadas como se fossem espaços ambulatórios das crias.
as do exterior morrem se não as arejar.
assim, abro as janelas e fico a admirar as leis da física.
não há nada melhor do que um estímulo visual.





