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segunda-feira, janeiro 14, 2008




Ela ouvira, uma vez, o leve ruído que ele fazia,
chegou à janela e viu-o todo nu. Ele viu-a, não
fez um gesto, mas ela saíu dali. Veio sentar-se
na beira da cama, e assim ficou sem dizer
palavra, de cabeça baixa.

Das outras vezes nada ouvimos, mas, de manhã,
encontrávamos as marcas da sua passagem.





Georges Bataille, o ABade C.




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sábado, junho 09, 2007






assim como quem bate a porta no fundo do mar.

a cegueira azul não é tudo. é uma espécie de voz. e não quer dizer nada.


... y es así, todos tropezamos con la misma piedra.

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