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domingo, dezembro 13, 2009







o tempo da razão na margem de um sonho que sempre se eleva. a espera diagonal do sentido.
cada um que se rasgue. cada qual que dance na lucidez do abismo. sempre que os domingos forem sextas-feiras treze de dezembro de um dia qualquer de intuitiva nitidez.

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terça-feira, dezembro 08, 2009


tinha acabado de comprar 1kg de um tabaco delicioso










quinta-feira, maio 21, 2009




um dois três. três dois um. um dois dois. seis sete um. nada um dois. três três três. três de nada. quatro cinco seis. quase não sou. lá nem eu nem tu nem todos.
um dois três. três dois um. pum. pum.





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segunda-feira, março 09, 2009






há cem anos quatro patas eram mais do que duas.
há cem anos que durmo. há cem anos que acabo a fúria do dia a lamber cem gelados das cem pedras acidentais.
há cem anos mudos. e os cem pés dos poetas a tiritar de frio.
e as cem formigas de há cem anos não são as mesmas dos cem anos de agora.
há cem anos que a minha cabeça cai. há cem anos que morro. há cem anos que apago e acendo o fogo. há cem anos que corro. há cem anos que morro. há cem anos de logro.
há cem anos que há esta merda de jogo.















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