quarta-feira, abril 04, 2007







"E de novo acredito que nada do que é importante se perde verdadeiramente. Apenas nos iludimos, julgando ser donos das coisas, dos instantes e dos outros. Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram. Não perdi nada, apenas a ilusão de que tudo podia ser meu para sempre."

Miguel Sousa Tavares



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Nina Hagen, 1008 Indian Nights
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18 comentários:

Letras de Babel disse...

As palavras lúcidas, com a ternura da tristeza, de MST por altura da morte da mãe.

Um hino junto delas.

A Sophia faria um poema disto tudo...

isabel mendes ferreira disse...

lisboa é uma alma escondida. entre a morte e o sonho.



digo eu.

que não sou nem do Miguel nem da Sophia...:((((.


a Uma reconheço Mestria a outro o mérito de ser filho dela.

Mais:


O post é uma beleza plástica e sensorial.

lisboa merece. os humanos não sei.


os mortos estão vivos. ao contrário alguns vivos nasceram mortos.


bom dia Bandida.Azul.

Opintas/Bernardo disse...

Bom dia!!!

as velas ardem ate ao fim disse...

Gostava de ter escrito esta frase.Não perdemos nada, guardamos tudo.Temos que perder realmente a ilusão desse conceito de posse.

bjinho enorme para ti

Ana Paula disse...

Olá, minha cara Bandida!! :)
Adorei a fotografia! É tua? Mostra-nos uma Lisboa cheia de magia e com beleza infinita! Tal como ela é...
Também faço minhas as palavras de M.S.T.. Nada perdemos porque também nada temos no sentido de posse. Apenas vivemos...
Bonitas palavras de quem é filho de uma das minhas poetisas portuguesas preferidas e mais admiráveis!
Nina Hagen??!!! UAU! Bandida, há quantos anos não ouvia Nina Hagen!
Adorei! Muito obrigada!
Beijinhos da A.P.

P.S. - Até dia 11, 14 (?), claro!!

alice disse...

esta citação é absolutamente bela. ainda ontem a encontrei num blog, indevidamente atribuída à mãe do autor. quanto à música, estou de queixo caído em cima da mesa e não me vou daqui até ensurdecer. e o tejo ao fundo é o rio de todos os mares reunidos numa só cidade. e a bandida é a ponte que une. deixo um grande abraço por este post (*)

bettips disse...

De uma salto. para outra. sinto-me bem, como se irmãs de almas, ora uma, ora outra. Há duetos imperceptíveis, estes fios de nada. Digo o que me apetece, sem sublimações - ou frases ou à estampa, dadas. eEmpre belas. Assim, d'un autre pays... que é como te conheço! Abraço.

Abssinto disse...

Siderei.

(não conhecia nem a música nem a lindíssima foto da cidade...)

obrigado e beijo, b.

M disse...

Como eu os sinto comigo, os que partiram, os que apesar de terem partido estão tão presentes.
Beijo de Páscoa, bandida.

paulo disse...

Castelo

isabel mendes ferreira disse...

(magias da técnica....bloguistíca)

:))))))))))))))
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e não é verde...é mais amarelo...ora essa...

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boa noite.
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Doces Momentos disse...

Visitei o teu blog e gostei, prometo voltar
deixo-te um beijito doce e desejo uma Páscoa feliz

alice disse...

querida bandida. vim dar-lhe um beijinho de páscoa. a sua presença é uma amêndoa doce que saboreio a cada dia. bom fim de semana. beijo.

Efemerum disse...

mas que sábias palavras estas...


a ti venho-te deixar o calor de um abraço sentido nesta santa manhã de sol radioso.

botanitos disse...

http://www.youtube.com/watch?v=zugUkL9SA5A&mode=related&search=

isabel victor disse...

"Comigo caminham todos os mortos que amei, todos os amigos que se afastaram, todos os dias felizes que se apagaram." MST

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palavras de acanto ... trilhos da memória ...

brilhos da saudade ...

grandioso património !

afectos

música ...
sempre música

beleza, bandida ...


beleza ...

b*

isabel

≈♥ Nadir ♥≈ disse...

Passei por aqui e deixo votos de uma Páscoa FELIZ!
Beijos

Ana Paula disse...

Bandida, venho deixar um beijinho e desejar-te uma Boa Páscoa! :):)
A.P.