sexta-feira, abril 17, 2009

a cidade 2




"
...
Dada is a state of mind. That is why it transforms itself according to races and events. Dada applies itself to everything, and yet it is nothing, it is the point where the yes and the no and all the opposites meet, not solemnly in the castles of human philosophies, but very simply at street corners, like dogs and grasshoppers.

Like everything in life, Dada is useless.

Dada is without pretension, as life should be.

Perhaps you will understand me better when I tell you that Dada is a virgin microbe that penetrates with the insistence of air into all the spaces that reason has not been able to fill with words or conventions."


Tristan Tzara






15 comentários:

hfm disse...

Tinha de ser ele!

intruso disse...

:)

dadada

...

Vasco disse...

O meu movimento artístico favorito! :) Beijo!

Victor Oliveira Mateus disse...

Interessante... estava a ler este
excerto de Tristan Tzara e perguntei-me se haveria algum estudo intertextual entre o Dadaísmo e a Filosofia Budista. Será que alguém já se lembrou disso?
1 bj, M.Q.!

Anónimo disse...

Tzare -moi les

(num aceites coments anônimos)

Haddock disse...

... ou o também chamado movimento dos desocupados.

sempre uma forma alternativa de "okupar" a cidade. necessariamente protestativa no seu caderno de intenções.

o bidé, o importante é o bidé!

e baralham-se umas coisas ao calha e rega-se tudo com absinto e assim se larga a mensagem ecuménica da mudança!!

e há sempre uns frustrados que professam a piada como fé.
e têm de fazer dela uma senhora séria. e escalpelam e inventam. e depois são sempre "pós-"...


hajam humor e cabaret!!


(e tolerância...)

Tchi disse...

Dada is inmortal.

as velas ardem ate ao fim disse...

the useless thing can be so good.and we can be happy in the inutility.Dada.

bjo B

ângela marques disse...

bem, nós afinal ainda só estamos em 2009... pode ser que consigamos vislumbrar o que trará o séc. XXI de genuinamente refrescante.

beijo

as velas ardem ate ao fim disse...

Boa semana!

Bjo

jorge vicente disse...

tinham de ser as palavras
o nada
a luz obtusa
o baloiço o carrossel de esqueletos
a palavra da dedal dada

como um criança/bebé/voz
a encher o calabouço.

jorge vicente

Abssinto disse...

Queria ser pequeno no grande Cabaret Voltaire...

*

Mar Arável disse...

Até hoje só vi o século passado

a projectar-se

nos dias que voam

Aguardo razões

sem novas convenç~oes fabricadas

Bjs

XruiM disse...

Clic!...e as palavras serão sempre... Clic!... a palavra...Clic!... nada.

Clic!

Frioleiras disse...

Obrigada, obrigada...............

bjnh