segunda-feira, novembro 24, 2008

























não sei do último cigarro. saltou entre sonos no papel azul e branco e um copo alheio à volúpia do fumo.


ouvi mais tarde que a tesoura no cordão umbilical do génio é um infinito de imaginação.







23 comentários:

Mar Arável disse...

Quando fumo um cigarro

sou infinito

remo contra as marés

umbilicais

fio da navalha disse...

Parabéns pelo site. Foi dos primeiros a despertar-me a atenção.

Anónimo disse...

a tua. imaginação.



tesoura a rasgar o tédio.

a diferença.

de um copo sempre cheio.

não de branco.

de profundos azuis.


boa noite Pin.



(piano)

intruso disse...

Também não sei.
Talvez se tenha perdido entre dois livros ou dois copos cheios ou dois sentidos de uma mesma palavra.

(ou talvez não)


[ouvi mais tarde que ... ]




beijo
(do tamanho do infinito)

cassamia disse...

bolas que me deixas sempre atarantada.....

Frioleiras disse...

as palavras têm sempre vários sentidos e

é isso que as faz

mais belas!..........

Frioleiras disse...

as palavras têm sempre vários sentidos e

é isso que as faz

mais belas!..........

pinky disse...

cortes?
composições?
hum.....
fumos?
sinais?
hum.....
seja o que for, seja como for, o dueto de palavras e imagens é como sempre um deslumbre!

P.s. já vi o mail, acho que identifiquei, mas respondo-te manhana. bejoss

pront'habitar disse...

infinito de imaginação é mesmo só a própria vida que se fuma a ela mesma, feita último cigarro de um cartuxo de 20.

CNS disse...

Penso que em breve nos possamos encontrar noutra apresentação em Lisboa... Mas aí para uma troca de autógrafos...:)))

jorge vicente disse...

a tesoura que corta. sempre. e com imaginação transbordante. será?

um beijinho

São disse...

Interessante texto e também gosto de lobos.
Neste Dia conta a violência de género deixo votos de harmonia com a vida .
Tudo de bom.

hfm disse...

dos infinitos inimagináveis!

TCHI de Tchivinguiro disse...

Apetece-me.

Lovely life.

Besos.

maria josé quintela disse...

no cordão umbilical do génio não sei... mas aqui não metas a tesoura...


que tudo é imaginação!



onde? não sei muito bem...


mas pode ser no gato vadio.


o copo. claro!


beijo grande.

casa de passe disse...

ó minha senhora,
que bem que escreve e que bonitos desenhos. mas eu de prosa e arte nada percebo, sou mais para a ciência.


Ernesto, o avô

Graça Pires disse...

A volúpia do fumo vai bem com as palavras infinitas da imaginação. E não há tesouras que as cortem...
Um beijo.

TCHI de Tchivinguiro disse...

E quando +é que nos a.juntamos todos para "tomar" um copo e "tertuliar" em noites feitas madrugadas vadias?

Quando o fumo se esvair...

Quando a tesoura enferrujar...

Quando o tempo envelhecer...

Quando a criatividade aumentar...


Quando's com um abraço sem longe.

Victor Oliveira Mateus disse...

Ainda bem que a tesoura "fica" só
"no" cordão umbilical do génio e
não o corta... talvez por isso ela
seja o gesto não consumado, o infinito da imaginação. Isto pensei
eu, que às vezes gosto de pensar
coisas...
Um beijo.

merdinhas disse...

Onde?

Haddock disse...

*** ** **** a moderação esmolar!!

esmolamos na expectativa de dar sequência à caridade do merdinhas:

"onde?" ...

(folheando ao inverso o génio do concha)

"e"?


dá-nos só a marca desse cigarro indiferente ao copo. ou vice versa...

pn disse...

Pré-visão optimista.
No dia da minha condenação (?!) essa do último cigarro...

Qual seu derradeiro desejo? Um 'puro'?
Não, obrigadinho, não fumo.
Um 'veuve cliquot, brut impérial'? Não, obrigadinho, não bebo.
Uma tresvairada e 'ciosa' latina?
Não, obrigadinho, agora não devo conseguir. Mande-ma ao paraíso, se fizer a fineza!

Cai a lâmina, cerce, na corda umbilical... aspergindo de geniais (genitais?!) gotas os circundantes circunspectos.

Bom Dia, Maria Bandida, domina das lupinas alcateias dos meus agrestes lapêdos das naves beiroas.
(Nave=planalto, em euscaro)

Anónimo disse...

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