domingo, novembro 08, 2009





o poema rasga-se em pedaços suficientes que cheguem para alimentar um prato.



o poema é um prato rasgado de pedaços suficientes de alimento.



mais nada.



13 comentários:

Frioleiras disse...

belíssima crueza.........

Anónimo disse...

O poema é a arte de alimentar os esfaimados
de pratos rasgados.


Uma fome encoberta.


O poema é o prato rasgado da Poeta

o fragmento de quem o mastiga.


E beijo a ponta dos dedos que rasgam os poemas que me põe no prato.

P

isabel mendes ferreira disse...

de ti.


do teu pedaço de sonho. que nunca é escasso. antes metáfora. mão que se destina a dar a outra mão. tantas vezes a quem não merece.
mas és um pedaço que alimenta a crueza da vida com um enorme sorriso.


bem vinda Pin ao reino deste Nada.


beijo.

hfm disse...

o poema é feita das palavras que nos alimentam.

maria josé quintela disse...

levo um pedaço. de poema.




e de Ti.




um abraço M.

Haddock disse...

pronto. voltamos à opressão poética...


[a singular alegria que não sentimos aqui nas últimas semanas com o prolongando prime time publicitário...
é que não nos levantávamos do sofá para rigorosamente nada!! (embora, prudentemente, nos tivéssemos
posto sob soro e sonda...)]

...


o poema rasgado a alimentar o prato??
o poema como prato rasgado(!?)
com suficiência de alimento...??

e, a completar isto:

"mais nada." ????


francamente... que tal o ferran adrià como vosso — da estimadíssima trindade — próximo convidado central na "supérflua"?? ou até
o (não menos famoso) "lucas dos bitoques" (embora este muito itinerante com a sua roulotte e, talvez por isso, mais difícil de "conseguir")??

retomando...
o estômago tem uma sensibilidade sibilina. muito Maior até do que a da alma ou a da sensibilidade em si mesma (isto para os desalmados...).
se há órgão que merece enorme prudência e deferência tratamental é este e tudo o que próxima ou remotamente lhe possa estar associado. alimentai-vos decentemente!!

expresso o cuidado, gastronomicamente falando, sempre fomos exigentes (mesmo) com o banal.
vezes houve em que, por imposição ou por improviso das circunstâncias, tivemos de lidar com espumas a simular enchidos da beira, com coisas por cozinhar ou com excessos vegetarianos...
e, por mais que nos custe a admissão, ocasiões houve também que justificaram o nosso estimado boné...

agora, um guisado de poema em pedaços porcelana (esta, mesmo que da companhia...)??


— pchééé... ó faz favor......
.... era um bife da vazia com ovo a cavalo e batatas fritas!!

e traga a lista de vinhos, s.f.f.!!

Maresias disse...

E como-te os poemas

em pratos rasgados

até ficar saciada.


Depois.

Bem, depois...


... mais nada.


Beijo

Vasco Gamito disse...

Mesmo sem alimento, há o rasgo... Beijo!

pn disse...

Um poema roto?

Pobre Botto...

Numa malga?



(Chérie Bandida, que saudoso andava de tão pantagruélicas sobremesas... perdi três quilogramas vírgula cem.
Estou anémico, e logo agora que o prato se rasgou...?!
Afinal o limoges era em papel reciclado confessa... Ah! que vil engano!
Abracinho de tão débil já flébil)

ângela marques disse...

mais nada.

mas eu tinha fome deste nada.


beijo

intruso disse...

o rasgo, o rasgão,
e as 'inúteis' leituras possíveis...

;)


estou com o capitão!

os vinhos, por favor!

[mai' nada!]


(não... pode ser Quinta do Carmo! reservaaaaa)

:)))


abraços

hn emigra em dakar disse...

… aqui o poema rasga-se na boca dos moutons !!!!!!

oops, moutons urbanos mastigam pedaços de cartão, digo pedaços de poema?
… os cartões rasgam-se em paladares omnívoros…. com ou sem poema… mas como substrato alimento, bien sûr!!!

coco disse...

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